Thomas Cook anuncia falência e cancela todas as operações

 

Thomas Cook anuncia falência e cancela todas as operações
Thomas Cook anuncia falência e cancela todas as operações

 

 

 

O Grupo Thomas Cook anunciou sua falência na noite deste domingo (22), já madrugada de segunda-feira (23) na Europa, após o fracasso uma maratona de negociações com credores e acionistas do grupo chinês Fosun

 

A falência já motivou o cancelamento de centenas de voos previstos para as próximas semanas e deixa à deriva cerca de 600 mil clientes atualmente em viagem, muitos com pacotes completos de férias.

 

A maior parte, cerca de 150 mil turistas britânicos, serão repatriados numa operação estatal já conhecida como “Matterhorn” com recurso a aviões “charter” ou em voos de outras companhias como a British Airways ou a Easyjet.

 

A operação inclui, por exemplo, os cidadãos britânicos atualmente a usufruir de pacotes de férias da Thomas Cook em Portugal continental, nas ilhas do atlântico ou em destinos do Mediterrâneo.

 

Os que estiverem, por exemplo, nos Estados Unidos terão de ser marcar por sua conta uma das reservas especiais disponibilizadas por outras companhias aéreas, com um custo estimado entre os €170 e os €230 por trajeto para quem provar ter sido afetado pela falência da Thomas Cook.

 

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Os clientes prejudicados pela falência da Thomas Cook devem depois reclamar junto da entidade do cartão de crédito utilizado na reserva ou da seguradora da viagem para serem restituídos do que pagaram pelo produto adquirido na Thomas Cook.

 

A Autoridade de Aviação Civil (CAA, na sigla original) do Reino Unido garante estar a tentar o repatriamento dos turistas britânicos sem afetar demasiado as datas previstas para o regresso a casa.

 

“Se está fora do Reino Unido, num pacote de férias da Thomas Cooke, pode continuar a aproveitar a viagem. A CAA está a lançar uma operação de repatriamento, a maior desde a II Guerra Mundial, e vamos trazer todos de volta tão perto quanto possível da data agendada para o regresso”, afirmou Tim Johnson, diretor da CAA.

 

 

“O site dedicado fornecerá todas as informações que os clientes precisam para acessar esses voos. Um pequeno número de passageiros pode precisar reservar seu próprio voo para casa e recuperar os custos.”

 

 

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